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Quem ganha, quem perde

Eu te odeio como odeio a mim mesma
Por não te odiar o quanto eu queria odiar
E talvez nem seja ódio o que eu sinto
Seja algo que eu nem queira imaginar

Talvez seja o sentimento de perder
Enquanto vences e levas tudo!
E eu me contento com o que resta
O que sobra do meu eu, desnudo!

Fico com as migalhas do teu amor
Sem mais cartas na manga. Veja!
Blefando, sem mais azes pra jogar
Esperando por um milagre que seja

Mas os juízes decidem, ou os deuses
O malhete bate na mesa, a vida breve
E os dados são lançados, sem piedade

Enquanto vejo-te ao longe... Segue...

1 palavra(s) sobre...:

Cristiano Contreiras disse...

PARABÉNS!!

Seu espaço é um misto de sensibilidade e sensatez poetica, tudo com um apurado bom gosto!

te sigo!

abs

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