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Nada é tudo e tudo é nada

Quando nada é acaso de nada
Os versos, mais pura essência
E a essência de tudo é calada
Os gestos ficam na lembrança

E o nada é tudo que eu tenho
Se o vácuo for de fato o vazio
E o não fazer, algo a ser feito
Uma opção é deitar no macio

Ocupar a mente com algo oco
Mesmo que só o aforismo louco
Como o tempo que me invade

Deixar a mente exposta ao ar
A vida inteira livre para vadiar
Sem a memória que me abate

Leveza insustentável

Procuro palavras vãs e rebuscadas
Para sintetizar quão leve é a leveza
Insustentável nas horas erradas
Das tuas lembranças, ora tristeza
(lembranças das melodias cantadas)

Somente compreenda, carinho meu
Não me refiro ao amargo da tristeza
Só a percepção: o tempo se perdeu
Esqueceu de cultivar a nossa leveza
(esqueceu do carinho meu e teu)

E ela se foi, voou para bem distante
Buscando outro mágico sentimento
Que pudesse trazer logo ali, adiante
A saudade daquele instintivo momento
(saudade de corpo e mente)

Pois tanto anseio e cargas emocionais
Retratam a essência... A fragilidade
Mas só se caracterizam pessoas reais
Pelo âmago do ser, da sensibilidade
(âmago dos nossos ideais)

Escrever o q? Pra quem?

Gosto de escrever, de jogar palavras ao vento (taí o nome do Blog, e não poderia ser diferente). Afinal, quando colocamos no papel os nossos pensamentos, deixamos ali a nossa impressão, nossa visão de mundo e um pouco da essência, daquilo que somos.



Afinal,

SOMOS O QUE PENSAMOS!



E a partir do momento que expomos nossos pensamentos... deixamos à mostra a nossa alma, certo? Assim acredito eu.

Portanto, quero deixar registrado para você um pouco do que eu sou.

Mas quem sou eu?
Quem é você?

Vou usar Marina Lima pra responder: "Assim como eu, uma pessoa comum, mas filho de Deus. Nessa canoa furada, remando contra a maré. Não acredito em nada, não. Só não duvido da Fé"
Bjs e até a próxima!